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Janeiro Branco: Quem cuida da mente cuida da vida!

JANEIRO BRANCO

‘QUEM CUIDA DA MENTE CUIDA DA VIDA’

Janeiro, início de ano, novas metas, novas esperanças.

Branco, porque simboliza uma tela em branco, cheia de novas possibilidades.

Por isso janeiro é o mês dedicado à conscientização da Saúde Mental. Culturalmente e simbolicamente, é o mês da reflexão. A perspectiva de novo ano sempre traz esperanças, reflexões sobre a vida, os relacionamentos, e as próximas metas.

É quando as pessoas estão mais predispostas a pensar sobre suas vidas.

No mundo de hoje, ansiedade, síndrome do pânico, depressão e suicídio estão cada vez mais frequentes, infelizmente.

Então é necessário o cultivo da saúde mental, o cuidado com as emoções, o autoconhecimento e hábitos construtivos. E para isso, algumas coisas precisam mudar.

As mudanças podem trazer também muito medo, mas uma vida nova depende só de você. E sem a saúde mental cuidar de coisas importantes fica mais difícil, e acaba interferindo na vida diária, porque a emoção adoece o físico.

Comece o ano fazendo uma lista (no papel) do que planeja para si, as metas que gostaria de alcançar, mudanças que gostaria de fazer. Isso ajuda a organizar os pensamentos. Coloque também o que te deixa feliz. Para escrever um livro, ,não é preciso a primeira palavra? Para começar a correr, não é preciso o primeiro passo? Então, é assim que se faz, pequenas metas realizáveis.

O que você precisa fazer para sair da zona de conforto e lutar pelo que deseja? O que pode fazer de diferente e te fará muito feliz?

Em outras palavras, como vai pintar a sua tela? 

Feliz Ano Novo!!

O PODER DO HÁBITO

 “ Nada mais curioso do que os hábitos. Quase ninguém sabe que os tem” (Agatha Christie). E muitas vezes é isso mesmo que acontece. O hábito faz parte de nossa vida. Aparece através de comportamentos automáticos, de repetições frequentes, que muitas vezes nem nos damos conta. É uma maneira frequente de se comportar, é estar no “piloto automático”.

Se você parar para pensar, fará uma lista enorme dos seus hábitos.

E eles surgem na nossa vida como uma tentativa do cérebro de se poupar. Quando um hábito surge, o cérebro pára de tomar decisões, e se poupa para ser usado para outra coisa. Um exemplo claro é quando aprendemos a dirigir, e devemos prestar atenção a todas as ações (embreagem, seta, breque...), e após um tempo, chegamos ao nosso destino sem nem pensar o caminho, nem sabendo como chegamos lá, não é mesmo? É muita informação no dia-a-dia, então criamos padrões para economizar o uso do cérebro.

E os hábitos podem ser bons ou ruins – o cérebro não sabe a diferença entre os ruins (que nos seguram, dificultando o chegar à nossa meta) e os bons.

Mas podemos muda-los e conforme o fazemos, mudamos nosso cérebro também. É a chamada neuroplasticidade do cérebro, e isso pode ser visto até nos exames. Novos hábitos podem ser cultivados. E isso é importante, porque fazemos as coisas sem questiona-las, e muitas de nossas ações podem não ser decisões, mas hábitos.

E qualquer hora é hora de mudar, de fazer novas escolhas para a sua vida, escolhas positivas.

Mas mudar hábitos pode parecer muito difícil, mas é preciso sair da zona de conforto, mesmo com um pouco de medo que isso possa nos causar, não é mesmo?

Acreditar que a mudança é possível e que a vida nova depende só de você, é fundamental. Fazer em pequenos passos. Construir hábitos para atingir metas.

Não sei o que você gostaria de mudar,  mas sei que o potencial para isso está aí dentro de você. Eis algumas dicas:

1.       Pense no seu dia-a-dia e faça uma pequena lista sobre si mesma. Coloque a sua rotina. Isso te ajudará a ter consciência do que realmente faz ou deixa de fazer. Talvez perceba que já faz coisas que não valoriza e outras que gostaria que fossem diferentes.

2.       Para uma vida saudável, sabemos a importância de tomar água, mas muitas pessoas não possuem esse hábito, não bebem o suficiente. Que tal deixar uma garrafa ou copo com água na sua mesa de trabalho, sempre à mão? Comer amêndoas também faz bem. Um saquinho com algumas, na bolsa, não ocupa espaço.

3.       Hoje muito se fala do Mindfulness e da meditação, ter a atenção plena. Então, fique em silêncio por alguns minutos todos os dias. Isso é possível, mesmo dentro da nossa correria diária. Procure um canto em sua casa, no trabalho, sente-se, respire, e fique apenas com você mesma. Quer ler um livro? Programe-se para x páginas por dia, quer correr? Comece caminhando.

4.       Mal do século (mas muito importante, eu sei): celulares. Estamos sempre conectados, e perdemos momentos importantes. Desligue seu celular em momentos em que está com a família, num jantar, ou alguma outra situação importante para você. Esse é um hábito que todos deveríamos ter: desconectarmos por algum tempo.

5.       Talvez você esteja focando no “fazer”, nas tarefas a cumprir, nos filhos, na casa, numa infinidade de coisas, e esteja deixando de lado os relacionamentos. Mantenha contato com amigos, programe-se para telefonar (não é mandar mensagens) uma vez por semana, encontrar amigos uma vez por mês,...

6.       Planeje seu dia, sua semana, e coloque na sua agenda (ou planner), a mudança que quer que aconteça. A mudança deve ser feita na rotina. Visualizar a sua semana ajuda a ver onde está o que precisa ser feito

7.       Faça algo diferente, se reinvente.

Tenha metas, organize-se, e as mudanças acontecem, os hábitos mudam, seu comportamento e sua vida mudam. Afinal, somos o resultado daquilo que fazemos todos os dias.

O que você vai escolher colocar na sua vida? E o que vai tirar? Afinal, é você que escolhe como vai viver.

COMO TER UMA VIDA EQUILIBRADA

 

No começo do ano, principalmente, fazemos planos, escrevemos metas, tudo para que o ano seja ótimo e tudo fique organizado e certinho, e que nossos desejos sejam realizados.

Lógico que organizar, ter metas, são fundamentais para inclusive termos bem- estar e um porquê fazer as coisas no nosso dia a dia.

Mas para conseguir isso, é preciso o equilíbrio, e para o equilíbrio , estar com amigos  e com pessoas que amamos é fundamental, não esquecer de sorrir das pequenas coisas, viver o presente.

O equilíbrio vem também da visão de nossos objetivos e emoções, da motivação em relação às coisas que fazemos, pequenas ou grandes

Então, como fazer isso?

1)Comece não buscando uma vida equilibrada no sentido de equilíbrio perfeito. Mas você pode ficar mais atenta às suas emoções e isso ajuda bastante. Olhe-se no espelho e veja o que gosta no que está vendo. Sorria para você mesma.

2) Algo que você planejou não deu certo? OK, chato, mas isso acontece. Ao invés de ficar lamentando isso, pense o que pode aprender com a situação e se permita ter a leveza de mudar o que deu errado.

3) Aproveite as oportunidades, e dê você as cores que deseja dar à sua vida. Não seja uma expectadora passiva de sua vida. Coloque em pratica o seu melhor. Por exemplo, faça um alista dos momentos mais felizes que já viveu.

4) Somos fruto de nossas escolhas, então escolha ter bons relacionamentos e cuide deles. Valorize também suas prioridades.

5) Viver é uma experiência única, tire vantagem disso, saia de sua zona de conforto e viva cada momento. Nessa semana, procure fazer algo que te dê diferentes ideias e experiências. Faça algo diferente, quebre padrões que você está acostumada a seguir. Que tal fazer um caminho diferente para levar os filhos à escola ou quando vai para o trabalho? OU se dar um pequeno mimo?

 

E pense: O que pode acontecer se você não mudar? E se mudar?

“Viver é como andar de bicicleta: É preciso estar em constante movimento para manter o equilíbrio.”

Albert Einstein

SÍNDROME DE BURNOUT

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Lêda Zoéga Parolo

Você sabe o que é? A tradução é “queimado por inteiro”, e está relacionada à exaustão profissional. É conhecida também como síndrome do esgotamento profissional, onde há uma tensão emocional crônica dos profissionais. É uma doença que está atingindo muitos trabalhadores hoje em dia, e que não percebem quando a doença está se instalando.

É diferente de stress, mas podemos comparar dizendo que é um stress que dura muito tempo, não é transitório, leva meses ou mais para passar.

Seus sintomas mais comuns incluem cansaço, falta de energia, incapacidade de se recuperar de um dia para o outro, há um sentimento de distanciamento das pessoas, desmotivação, sono durante o dia e não consegue dormir à noite, insatisfação profissional, falta de memória, irritabilidade, problemas de relacionamento, dentre outros.

É imprescindível o acompanhamento médico, mas um médico que saiba o que essa doença significa e o que ela abrange (que é físico e emocional), assim como uma terapia, onde , com a ajuda do profissional, o paciente possa rever a vida e mudar os comportamentos que não estão dando certo.

Muitos acreditam que “dão conta”, que sabem qual é o problema e que resolve sozinho, mas isso não acontece. Por que sofrer se pode ter ajuda?

Também não é só descansar, porque não é um cansaço, mas é um colapso geral, e é necessária uma intervenção.

É importante também retomar hábitos prazerosos, se organizar melhor no tempo, saber colocar limites e dizer “Não”.

Fique atento a esses sintomas e procure logo a ajuda de um profissional.